O termômetro político pegou fogo de vez no Brasil e a contagem regressiva para a decisão nas urnas tem deixado os bastidores em ebulição. Em Brasília, o foco do debate nacional continua concentrado nos últimos desdobramentos e no desgaste institucional do Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto o Palácio do Planalto opera em ritmo de puro desespero.
O desgaste do STF
O assunto mais comentado da semana em todo o país não poderia ser outro, as recentes atualizações envolvendo o Supremo Tribunal Federal e as cobranças por transparência que continuam ecoando no Congresso Nacional. A cúpula do Judiciário segue sob forte desgaste público, enquanto a oposição mantém a pressão por apurações rigorosas.
Para a ala conservadora e para o eleitor de direita, a postura de determinados magistrados apenas reforça a percepção de um ativismo judicial que ultrapassa os limites constitucionais, aumentando a cobrança por um freio de arrumação institucional no país.
O desespero
Vendo o cenário eleitoral adverso e a rejeição popular crescer, o grupo do presidente Lula entrou em modo “pânico”. A poucas semanas da eleição, o Planalto correu para anunciar medidas com claro viés eleitoreiro e populista, na tentativa desesperada de cooptar o eleitor de última hora. Entre os acenos, está o reajuste do Bolsa Família.
Vale lembrar como a história realmente aconteceu para ninguém ser enganado. Antes da gestão de Jair Bolsonaro, o antigo programa pagava uma média de R$ 190 por família. Foi na gestão Bolsonaro que ocorreu um reajuste real e histórico, saltando o benefício direto para R$ 600 e socorrendo quem mais precisava. De lá para cá, ao longo de quase quatro anos do atual mandato, Lula não concedeu nenhum reajuste real no valor base, deixando o benefício estagnado frente à inflação. Agora, exatamente na véspera da eleição, o governo vem com esse papo de reajuste para tentar enganar e ludibriar o povo. O eleitor precisa abrir o olho: aceno de última hora não é compromisso, é pura estratégia de sobrevivência política.
Voto responsável
O eleitor brasileiro precisa ter muita atenção e responsabilidade na hora de apertar o confirma. O cenário econômico e fiscal que se desenha para o próximo ano é de extrema dificuldade, fruto do descontrole de gastos públicos e de escolhas erradas na condução do país.
Decidir o voto não é apoiar projeto de poder, mas escolher quem tem capacidade de promover as mudanças de rota que o Brasil precisa. A decisão de agora vai refletir diretamente no emprego, na inflação e no futuro das famílias no ano que vem.
Seja o Primeiro a Comentar
Comentar