Nem o alto imposto de 35% sobre importações de carros elétricos, conquista do lobby das marcas tradicionais no Congresso Nacional, freou as vendas das gigantes chinesas no Brasil. Desde o dia 1º de julho, a taxa saltou de 25% para 35% para elétricos, e de 28% para 35% para os híbridos. Os chineses, hoje, com quatro fabricantes que negociam aqui, dominam mais de 90% desse mercado. Em Brasília, por exemplo, apenas uma loja de marca chinesa tem vendido 300 carros novos por mês. Os altos estoques das chinesas antes da taxação garantem boas vendas diante de modelos da Ford, GM, VW e Fiat que ficaram ultrapassados na concorrência. O efeito foi rápido: baixa forte nos preços nas lojas, o que revelou que o lucro das gigantes européias e americanas sempre foi forte. As direções de concessionárias destas estão desesperadamente telefonando para clientes oferecendo descontos de até R$ 50 mil. A Coluna consultou concessionárias de três fabricantes chinesas e duas tradicionais e a constatação geral é: Ford, Fiat, VW e GM há décadas lucram bilhões de reais no Brasil com isenções fiscais, enviam dinheiro para as matrizes e vendem muito caro modelos de carros de pouca qualidade. Os chineses viram uma brecha e chegaram com carros de alta performance e mais baratos. Mas então o Brasil mostrou a sua cara: em vez de as tradicionais melhorarem seus produtos e os preços, fizeram lobby forte para que o Congresso Nacional, com a anuência do Governo, imponha altas taxas nos carros chineses. E segue o jogo da máfia de quatro rodas.
Enquanto o clã Bolsonaro não decide candidato, o senador Cleitinho (Rep) só grita e o PT recorre a Patrus Ananias para tentar se salvar, o empresário multimilionário Vittorio Medioli (PL) trabalha forte nos bastidores das alterosas, em frente suprapartidária. Ele pretende ser o nome da direita para disputar o Governo do Estado.
Em Santa Catarina, em 2022, ninguém acreditava em Jorginho Mello (PL) para o Governo. Resultado, hoje: o governador segue tão bem avaliado que deve vencer no 1º turno, e com chapa puro sangue.
Pré-candidato ao Governo de Rondônia, o senador Marcos Rogério (PL) avança no Estado como forte nome para o Palácio. Ele subiu devagar os degraus do poder, como deputado federal e senador. Depois de conquistar o apoio do prefeito de Porto Velho, Leo Moraes (Pode), ganha reforço em cidades-pólos. O prefeito de Cacoal, Tony Pablo, é o neoaliado. Pablo era vice de Adailton Fúria, que concorrerá ao Governo.
O Banco do Vaticano tornou-se proprietário de uma grande indústria de metalurgia de Brasília, numa história com curioso script. O proprietário, que não tinha família e morreu sem herdeiros, deixou o império para a Igreja. Uma comitiva de padres da Santa Sé já visitou as instalações e anotou tudo, para decidir o que fazer com o negócio.
Os brasileiros transferiram R$ 852 milhões para casas de apostas esportivas desde o início da Copa FIFA, segundo dados da Klavi. O estudo mostra que 38% da população pagaram apostas – R$ 524 em média por apostador. “A Copa intensifica o envolvimento emocional, estimulando apostas esportivas e reforça a importância da prevenção e do Jogo Responsável”, alerta o psicólogo Cristiano Costa, da EBAC.
| 28 | Projeto 2026 |
| 27 | O INSS de sempre |
| 26 | Além da cela |
| 25 | Cautela no Palácio |
| 24 | Bula na gôndola? |
| 21 | Segurança & Meio Ambiente |
| 20 | Lula teflon |
| 19 | Efeito político |
| 18 | E o povo sambou.. |
| 17 | Marçal na pista |
| 14 | Cercando conexões |
| 13 | COP dos ricos? |
| 12 | A onda “Cleitin” |
| 11 | Plano B(olsonaro) |
| 10 | A Agência... |
Seja o Primeiro a Comentar
Comentar