Ao ironizar ontem quase sorrindo que “o caso dele é de polícia”, referindo-se ao áudio do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o “banqueiro” Daniel Vorcaro, o presidente Lula da Silva (PT) se esquece que tem três problemas de polícia em casa para resolver: o irmão Frei Chico vice-presidente de entidade que tungou R$ 300 milhões dos aposentados, um filho “consultor” que movimentou quase R$ 20 milhões e suspeito de receber mesada do Careca do INSS, e outro filho na mira por suspeita de negociatas no Ministério da Educação. Curiosamente, nenhum desses casos andou na Polícia Federal, nem para busca e apreensão. Não há crime no áudio de Flávio Bolsonaro pedindo patrocínio para um filme a Vorcaro. Mas isso enrolou sua largada da pré-campanha totalmente porque ele agora terá de se explicar para os aliados e, principalmente, o eleitor, por que procurou o enrolado “banqueiro”. As próximas pesquisas mostrarão o quanto ele foi atingido.
Não houve notícia pior para o senador e seu núcleo duro da pré-campanha do que o vídeo imediato de Romeu Zema logo depois que vazou o áudio de Flávio. Zema era o potencial vice cotado para a chapa. Eles se davam muito bem até o vídeo do ex-governador mineiro cair nas redes ontem. Zema virá a presidente em voo solo, ou a senador por Minas – o que muitos próximos dizem ser mais provável.
A disputa pelo Senado pode complicar alianças do PT na corrida contra o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) no Ceará. A resistência de alguns setores do PT à candidatura do deputado Júnior Mano (PSB) ao Senado pode complicar ainda mais a já difícil situação do partido. Um eventual veto a Mano afeta diretamente o senador Cid Gomes (PSB), principal fiador da candidatura do deputado.
Que os comandantes preparem o discurso das cabines quando isso ocorrer. Que os passageiros fiquem atentos à previsão do tempo, para evitar prejuízos. Mas, principalmente, que a concessionária Vinci Airports se vire para reformar e ampliar a pista: A Gol e a Azul vão proibir seus pilotos de aterrissar com pista molhada em Salvador. Efeito do boeing da Mercado Livre/Gol que saiu da pista no sábado.
A embaixadora da Espanha no Brasil, Mar Fernández-Palacios, está de saída depois de quatro anos em Brasília. Entre suas “grandes” realizações, está o cancelamento das celebrações em memória das vítimas dos atentados terroristas de 11 de março de 2004, nos trens de Madri, substituídas pelas comemorações LGBT, com direito à bandeira do arco-íris em frente à representação diplomática.
As relações entre Brasil e Espanha ganharam impulso no início dos anos 2000, quando as principais empresas espanholas investiram pesado no País, especialmente nos setores de energia (Iberdrola, dona da Neoenergia) e telecomunicações (Telefónica, hoje Vivo). No entanto, desde o retorno dos socialistas ao poder há sete anos em Madri, o relacionamento político foi priorizado.
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