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O legado de uma boa gestão para a geração de emprego


  • Para semear esperança
  • 12 de Maio de 2022 | 07h41
 Foto: Reprodução
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Passamos por um momento no mundo em que diversas pessoas ficaram desempregadas devido a pandemia da covid-19. Muitas pessoas perderam o emprego. Por outro lado, ainda há jovens que tentam se incluir no mercado de trabalho. Para o político deixar uma boa impressão, além investir na saúde e educação, é importante sempre ampliar as oportunidades de emprego no mercado de trabalho, incentivar e buscar parcerias, para alavancar a economia local.

A população de Campos vem sofrendo, com o impacto que a economia teve com a pandemia e em Campos não foi diferente, basta olhar o Centro da cidade e reparar a grande quantidade de lojas fechadas. Muitos comerciantes não tiveram como arcar com o prejuízo sofrido durante o período pandêmico. Para melhorar o cenário, é preciso incentivo do poder público.

O incentivo também tem que acontecer para os jovens, onde muitos estão buscando a oportunidade do primeiro emprego. Precisamos dialogar com as entidades de classe empresarial e buscar o espaço do jovem e o qualificar para o mercado de trabalho.

Vale destacar, que Campos vem trazendo um saldo positivo na geração de emprego. No início deste ano, o município registrou mais um saldo positivo com 350 novas vagas, com destaque para o setor de Serviços. Desde novembro do ano passado, os dados não eram positivos.

Em fevereiro, foram 2.298 admissões e 1.948 desligamentos. O setor de Serviços teve um saldo de 446 novas vagas; seguida da Construção civil com 43; Indústria com 17 e Agropecuária com 15 novas vagas.

Em dezembro de 2021, aconteceu uma audiência pública na Câmara de Vereadores de Campos onde foi discutida a qualificação do primeiro emprego no município. O requerimento para a realização da audiência foi de autoria do vereador Leon Gomes (PDT), que é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Minorias.

Existe uma lei federal 10.097/2000,  do Jovem Aprendiz que prevê a garantia da inserção de jovens de 14 a 24 anos, no mercado de trabalho, mas as empresas não devem se acomodar com essa lei, e como já dito, temos que incentivar tanto os empresários locais, como os próprios jovens que estão de porta em porta entregando currículo e buscando a primeiro oportunidade.

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