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Garotinho, Wladimir e Marquinho Bacellar falam sobre o relatório da PF que envolve Alexandre de Moraes

O assunto polêmico repercutiu entre políticos campistas


  • Política
  • 02 de Setembro de 2026 | 16h45 | Por: Lucas Arantes
 Foto: Arte / NF Notícias
Foto: Arte / NF Notícias

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), removeu, nesta terça-feira (1º), o sigilo sobre um relatório da Polícia Federal que expõe mensagens e contatos entre o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ministro Alexandre de Moraes. O assunto polêmico repercutiu entre políticos campistas. O candidato ao governo do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (Republicanos), o candidato a deputado federal Wladimir Garotinho e o vereador Marquinho Bacellar (União Brasil) fizeram diferentes abordagens sobre o tema.

Garotinho

Em entrevista à imprensa, antes de um encontro com apoiadores em Campos na noite de terça, Garotinho destacou a necessidade de mudar o critério de escolha dos ministros. “Sobre o STF, tudo o que está acontecendo mostra a necessidade de mudar o critério de escolha dos ministros. A partidarização da Justiça e o uso dela para fins políticos, eu já sofri na pele. Há muito tempo venho denunciando uma ditadura do Judiciário”, declarou o candidato.

Wladimir

Já Wladimir, por meio das redes sociais, saiu em defesa de André Mendonça, destacando a coragem do ministro. “As pessoas de bem do Brasil devem orar pela vida do ministro André Mendonça. Esqueçam narrativas ideológicas que tentem macular a honra de quem tornou públicas as vísceras dos que se acham inalcançáveis; só alguém com muita fé e coragem para fazer o que ele fez. Tentarão dar o troco, seja descredibilizando ou até mesmo atentando contra sua vida. As provas são verdadeiras, produzidas pela mesma Polícia Federal em que se baseia o STF em outras ações. Querem anular a verdade? O Brasil precisa ser passado a limpo, a começar pelo andar de cima”, escreveu Wladimir.

Marquinho Bacellar

Por sua vez, durante a sessão ordinária desta quarta-feira (2), o vereador Marquinho Bacellar relembrou o caso do irmão, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, que está preso, e questionou se o ministro Moraes também será preso devido às mensagens com o ex-dono do Banco Master.

“Coincidentemente, Moraes é o responsável pela prisão ilegal e arbitrária do meu irmão, por, supostamente, Rodrigo vazar informação de uma operação policial para o deputado TH Joias. O crime se assemelha. São dois pesos e duas medidas. Se essa suspeita for verídica, vocês acham que vai acontecer o quê? Se for comprovado um crime e não acontecer nada com o ministro, qualquer um de vocês está no direito de não responder por qualquer crime que vocês vierem a fazer”, disse no púlpito da Câmara.

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