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Após luta pela vida, policial civil baleado em helicóptero durante Operação, morre no Rio

A morte do policial causou grande comoção nas redes sociais


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  • 18 de Maio de 2026 | 07h46 | Por: Catarine Barreto
 Foto: Reprodução/ Instagram
Foto: Reprodução/ Instagram

O piloto de helicóptero da Polícia Civil, Felipe Marques Monteiro, baleado durante uma operação na Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio, morreu neste domingo (17). A informação foi publicada em sua rede social, que vinha sendo administrada pela família após o atentado.

O policial civil estava internado desde março de 2025, após ser atingido por um disparo na cabeça. Nos últimos dias, ele apresentava um quadro de saúde grave, com uma infecção decorrente de complicações após uma cirurgia de prótese craniana realizada no dia 20 de abril.

Felipe havia recebido alta médica do Hospital São Lucas em dezembro, após nove meses internado, e seguia em tratamento em um centro de reabilitação.

A morte do policial causou grande comoção nas redes sociais. Desde que foi baleado, sua rotina de recuperação era compartilhada pela esposa, Keidna Marques, que mostrava a luta da família e do piloto durante o processo de recuperação.

Em nota, o Governo do Estado do Rio de Janeiro lamentou a morte do piloto:

“O Governo do Estado do Rio de Janeiro lamenta a morte do policial civil e piloto da CORE, Felipe Marques Monteiro, que foi ferido em março de 2025, durante uma operação da Polícia Civil na Vila Aliança, quando o helicóptero em que atuava como copiloto foi alvo de disparos de criminosos com fuzis.

Desde então, ele travou uma longa, difícil e corajosa batalha pela vida, marcada pela força, fé e dedicação da família, especialmente de sua esposa, mobilizando colegas de profissão, amigos e todos os que torciam por sua recuperação.

Neste momento de dor, o Governo do Estado presta solidariedade aos familiares, amigos e companheiros da Polícia Civil, e reconhece a bravura, o compromisso e a entrega do comandante Felipe Marques Monteiro no exercício da missão de proteger a população fluminense. Sua coragem e seu legado permanecerão na memória da segurança pública do nosso estado.”

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