A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta quinta-feira (07) para manter decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou prisão preventiva do deputado estadual Thiago Rangel (Avante) sem necessidade de autorização da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Seguiram o ministro Moraes os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin.
O caso está sendo analisado em sessão virtual extraordinária. Falta o voto de Cármen Lúcia, que tem até às 19h para depositar seus votos.
Em decisão nesta quarta-feira (06), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a manutenção da prisão preventiva do deputado estadual Thiago Rangel (Avante). Além disso, a medida deve seguir sem precisar da autorização de outros deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
A Polícia Federal deflagrou, na última terça-feira (05), a quarta fase da Operação Unha e Carne, com o objetivo de desarticular uma suposta organização criminosa voltada para a prática de fraudes em procedimentos de compra de materiais e aquisição de serviços, como obras para reformas, no âmbito da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro. O deputado Thiago Rangel está entre os presos. Alvos de busca e apreensão também foram realizados no Parque Pecuária e Novo Mundo, em Guarus.
Policiais federais cumprem 7 mandados de prisão e 23 mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes/RJ, Miracema/RJ e Bom Jesus do Itabapoana/RJ. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.
As apurações revelaram um possível esquema de direcionamento das contratações realizadas por escolas estaduais para empresas previamente selecionadas e vinculadas à organização criminosa investigada.
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