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Frederico Paes articula consórcios e lidera mobilização política em defesa dos royalties

Na última quinta-feira, o encontro em Cabo Frio consolidou o avanço dessa mobilização


  • Cidades
  • 18 de Abril de 2026 | 17h18 | Por: Redação NF
 Foto: César Ferreira / Divulgação
Foto: César Ferreira / Divulgação

O prefeito de Campos dos Goytacazes, Frederico Paes, tem reforçado uma atuação estratégica de integração regional em defesa dos royalties do petróleo e do desenvolvimento econômico dos municípios produtores. O movimento ganhou novo fôlego nesta semana, com a posse do gestor na presidência da Ompetro e a realização de um grande encontro em Cabo Frio, reunindo prefeitos e lideranças de diferentes regiões do estado.

A articulação liderada por Frederico vem sendo construída desde o início de abril, quando ele se reuniu com o governador em exercício, Ricardo Couto, acompanhado de prefeitos de cidades impactadas pela possível redistribuição dos royalties. Na ocasião, foi apresentado um estudo técnico que aponta perdas significativas para os municípios produtores, reforçando a tese de inconstitucionalidade da mudança nas regras.

Já na última quinta-feira, o encontro em Cabo Frio consolidou o avanço dessa mobilização. O evento reuniu representantes de consórcios intermunicipais e ampliou o debate sobre os impactos econômicos da redistribuição, além de fortalecer uma frente unificada em defesa dos interesses da região. Houve uma grande adesão, com a participação de dezenas de prefeitos.

Ao assumir a presidência da Ompetro, Frederico Paes imprime um perfil de gestão técnica e articulada, ampliando o diálogo institucional e promovendo a integração entre municípios produtores e não produtores. A estratégia passa pela construção de consenso, pela qualificação do debate com base em dados e pela atuação conjunta junto aos governos estadual e federal.

Para Frederico, mais do que uma pauta econômica, a defesa dos royalties está diretamente ligada à manutenção de serviços essenciais e à capacidade de investimento das cidades. Frederico destaca a inconstitucionalidade da redistribuição: “Se isso acontecer, quem vai perder é a população, não será o prefeito, com a suspensão de serviços na Saúde, Educação, Assistência Social. A redistribuição é inconstitucional e eu acredito na justiça brasileira. O STF precisa começar a fazer justiça no Estado do Rio”, disse.

Ao integrar diferentes atores em torno de uma agenda comum, Frederico fortalece não apenas a defesa dos royalties, mas também a discussão sobre desenvolvimento sustentável e equilíbrio federativo.

A mobilização segue nos próximos dias, com novas agendas institucionais e o aprofundamento do diálogo com diferentes esferas de poder.

Fonte: Secom / Campos 

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