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Estado registra queda na cesta básica de 6,07% no segundo semestre de 2025

Tomate, batata e feijão estão entre os itens que mais contribuíram para a diminuição do custo


  • Geral
  • 21 de Janeiro de 2026 | 12h05 | Por: Catarine Barreto
 Foto: Vitor Vasconcelos / Secom-PR
Foto: Vitor Vasconcelos / Secom-PR

O Rio de Janeiro registrou queda de 6,07% no preço da cesta básica de alimentos no segundo semestre de 2025, saindo de R$ 823,59 em julho para R$ 792,06 em dezembro – valor R$ 31,53 menor ao fim do ano. O balanço das 27 capitais foi divulgado nesta terça-feira, 20 de janeiro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O resultado coloca o Rio de Janeiro como a segunda cidade com maior redução no custo da cesta básica em todo o Sudeste no período.

O levantamento integra a Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Firmada oficialmente em 20 de agosto do ano passado, a parceria entre os órgãos passou a acompanhar os preços em todas as 27 capitais brasileiras.
 

ITENS ESSENCIAIS – No Rio de Janeiro, a redução foi puxada principalmente pela queda expressiva nos preços de itens essenciais. O tomate apresentou recuo de 47,19%, seguido pela banana (-19,92%) e pela batata (-19,78%). Também tiveram diminuição relevante os preços do óleo (-12,60%) e do feijão (-12,05).
Esses resultados contribuíram diretamente para aliviar o orçamento das famílias cariocas, especialmente aquelas em situação de maior vulnerabilidade social, para as quais a alimentação representa parcela significativa da renda mensal.
 

POLÍTICA AGRÍCOLA E ABASTECIMENTO – De acordo com o presidente da Conab, Edegar Pretto, a queda generalizada no preço da cesta básica em todas as capitais reflete os efeitos positivos da política agrícola do Governo do Brasil. "Essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o Governo do Brasil vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional", afirmou.
Segundo Pretto, os Planos Safra — tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar — vêm registrando valores recordes, com ampliação do crédito e juros subsidiados. "O efeito é a maior safra da série histórica, o que se traduz em mais comida disponível e preços mais acessíveis para a população", destacou.

Fonte: Prefeitura de Campos

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