Nesta quinta-feira (20/07) ocorrerá a estreia mundial do filme da Barbie. Aqui em casa, a esposa já me intimou a acompanha-la ao cinema. Inclusive para sua tristeza, em nosso cinema habitual, não existem mais ingressos disponíveis na sessão legendada. Teremos que ir outro dia.
Confesso ter ficado surpreso e fui atrás de maiores informações para entender o movimento que está mexendo também com o comércio.
O fato é que os fãs da Mattel (MAT) podem comemorar. A empresa americana, que criou a icônica Barbie em 1959, anunciou planos de produzir 45 filmes inspirados nas suas marcas de brinquedos, jogos e similares. Além da boneca mais famosa do mundo, outras franquias como Barney (o dinossauro roxo) e Hot Wheels também vão ganhar as telas.
Alguns veem nesse projeto o potencial de transformar a empresa em uma nova Marvel, que se tornou um fenômeno do cinema graças ao seu universo compartilhado, reunindo heróis e vilões de diferentes histórias e personagens.
No entanto, segundo especialistas, a Mattel não deverá seguir o mesmo caminho. Cada filme terá a sua própria história e não haverá uma continuidade compartilhada entre eles.
Sediada na Califórnia e listada na bolsa de valores Nasdaq (EUA), a maior fabricante de brinquedos do mundo não têm relação de suas marcas entre si, exceto pelo fato de serem produzidas pela mesma empresa. A estratégia seria focar no entretenimento e na diversidade de gêneros e públicos.
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Seus brinquedos fizeram parte da infância de muitas pessoas entre as décadas de 1960 e 1990. Agora, a empresa quer criar histórias para esses personagens e atualizá-los para o contexto atual. A ideia é lucrar com a nostalgia dos adultos e apresentar os personagens e produtos para as crianças de hoje.
A estratégia parece necessária diante da queda nas vendas das bonecas. O relatório financeiro do primeiro trimestre de 2023 mostrou que as vendas caíram 23%, para US$ 306 milhões. A Barbie foi a mais afetada, com uma queda de 41% no faturamento, que ficou em US$ 176,9 milhões, comparado ao mesmo período do ano anterior.
O CEO da Mattel, Ynon Kreiz, se mostrou confiante na recuperação da marca. Ele destacou o lançamento do filme da Barbie, com Margot Robbie e Ryan Gosling no elenco, e o potencial de licenciamento da boneca, que ele considera ilimitado. A estratégia de hoje é bem parecida com a de antigamente, quando os desenhos animados ajudavam a vender os brinquedos.
Para atrair o público, a empresa está investindo em nomes de destaque para os seus futuros filmes. Daniel Kaluuya vai produzir o filme do Barney, e J.J. Abrams está envolvido no filme do Hot Wheels.
Essa aposta em nomes de peso lembra o começo do Universo Marvel, quando Robert Downey Jr. foi escalado para viver o Homem de Ferro, um personagem que não era tão popular assim. Graças ao filme, ele se tornou um dos artistas mais bem pagos do mundo e sinônimo do herói.
A Mattel está apostando alto no cinema para revitalizar as suas marcas de brinquedos, que enfrentam queda nas vendas. Ainda que não tenha um universo compartilhado como a Marvel, a empresa conta com nomes de peso para dar vida aos seus personagens nas telas.
Será que essa estratégia vai dar certo? Só o tempo dirá. Mas uma coisa é certa: os fãs da Mattel já estão ansiosos para ver os seus brinquedos favoritos em ação.
De certo mesmo, somente a facilidade existente hoje para investimentos na Mattel (MAT) ou em qualquer outra empresa nos Estados Unidos. Em março inclusive, abordei o assunto no artigo Saiba como investir nos EUA. Todo investidor sabe que o investimento em um país desenvolvido, além de garantir diversificação de patrimônio, abre um leque de opções.
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Por Paulo Nascimento Filho, empresário, assessor de investimentos pela Ancord, influenciador e criador de conteúdo sobre finanças e educação financeira.
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