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Vídeo: Jovem que matou colega de escola disse que tentou comê-la em pedaços

Crime aconteceu na manhã desta sexta no distrito de Atafona, em São João da Barra


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  • 01 de Dezembro de 2023 | 15h48 | Por: Lucas Arantes
 Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Um crime bárbaro abalou a população da localidade de Atafona, em São João da Barra, Norte Fluminense, na manhã desta sexta-feira (01). Segundo a delegada que investiga o caso, Madeleine Dykeman, uma jovem identificada como Maria Eduarda Silva Barreto, de 17 anos foi morta asfixiada e o namorado foi esfaqueado. O suspeito, que foi preso minutos depois do homicídio, confessou o crime.

Madeleine tratou o caso com “mais uma tragédia” na nossa região. Ela confirma que ambos eram colegas de escola, se conheciam há bastante tempo, porém, começaram estudar juntos neste ano.

“Eles já se conhecem há muito tempo, mas, eles passaram a ser amigos este ano... estudavam na mesma escola. Ele disse que, mandou uma mensagem para ela a chamando para ir na casa dele nesta manhã, pois iria presenteá-la com um livro. Ao chegar na casa, ele já tinha a intenção de matá-la”, falou Madeleine.  

Ainda de acordo com a delegada, ele a convida para um cômodo no quintal do imóvel e lá, começa a esganá-la.

“Nesse momento, ele começa a tentar esganá-la, a menina consegue pegar uma faca, porém, ele quebra a faca. Em seguida, ele esganou a vítima até a morte... ele alega que a esganou com as mãos, mas pelas fotos que fizemos do local, ele pode ter feito a asfixia através de um fio de uma escova elétrica”, disse.

Uma cena ainda mais impactante chamou atenção das autoridades - a delegada afirma que o homem confessou que tentou praticar “canibalismo”, mordendo uma parte dos seios da menina.

“Após o fato de ter matado a vítima, ele ainda tentou praticar o que poderíamos chamar de canibalismo... aqui no Brasil a gente não tem esse nome em jurisdição. Mas, ele tentou tirar um pedaço dos seios dela. Em seguida, praticou conjunção carnal com a vítima morta. Esclarecer que se essa narrativa dele estiver correta, de que praticou conjunção carnal após a esganadura, não se trataria tecnicamente como estupro, pois ela já estava morta. Mas, isso quem vai nos dizer é a perícia”, disse Madeleine.

A delegada diz ainda que o namorado de Maria Eduarda passou por cirurgia e segue internado no Hospital Ferreira Machado.

Atualização 18:30: O perito legista informou que havia irrigação sanguínea nas paredes da vagina da vítima, o que comprova que o autor a estuprou quando ela ainda estava viva.

VÍDEO 

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