Operação policial deixa 12 mortos no Grande Rio

Houve confronto entre policiais e criminosos


16 de Outubro de 2020 | 15h44

O homem apontado com o chefe de uma milícia que age em Itaguaí, na Região Metropolitana, foi morto, na noite desta quinta-feira, em confronto com agentes das polícias Civil e Rodoviária Federal (PRF). Carlos Eduardo Benevides Gomes, conhecido como Cabo Benê, de 39 anos, foi soldado da PM lotado no 27º BPM (Santa Cruz) e atualmente era braço-direito do miliciano Wellington da Silva Braga, o Ecko, um dos criminosos mais procurados do estado. Além dele, outros 11 suspeitos morreram na ação.

De acordo com o delegado Fabrício Oliveira, titular da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), que comandou a ação, Cabo Benê estava em um comboio formado por quatro carros. Os milicianos foram interceptados em uma via de acesso à Rodovia Rio-Santos (BR-101) e trocaram tiros com os policiais. Um dos agentes chegou a ser atingido por um disparo, mas a bala acertou seu colete e ele passa bem.

Ainda segundo o delegado, o grupo estava sendo monitorado há cerca de duas semanas pela força-tarefa criada pela Polícia Civil contra milicianos da Baixada Fluminense. Com os milicianos, foram apreendidos cinco fuzis, três metralhadoras, quatro pistolas, uma granada, diversas munições, carregadores, roupas camufladas e radiotransmissores. Os quatro carros que eles dirigiam eram roubados.

 

Fonte: ODIA


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