Após prorrogação, Taxa de Incêndio vence em outubro

Tributo é aplicado diretamente em melhorias no Corpo de Bombeiros.


18 de Setembro de 2020 | 14h00

Contribuintes do RJ têm até outubro para quitar a Taxa de Incêndio 2020 (Exercício 2019) do Corpo de Bombeiros.

O tributo, com vencimento originalmente previsto para abril deste ano, foi prorrogado em virtude do período de pandemia. As novas datas para pagamento estão compreendidas entre os dias 5 e 9 de outubro.

Não será enviado um novo boleto. O contribuinte que já recebeu o documento com vencimento em abril pode pagá-lo, sem qualquer acréscimo, até a nova data.

Quem ainda não recebeu o tributo pelos Correios pode emitir uma segunda via no site do Funesbom: www.funesbom.rj.gov.br.

Para esclarecer dúvidas da população, a corporação disponibiliza os seguintes canais de comunicação:

E-mail: taxadeincendio@cbmerj.rj.gov.br

Tels: (21) 2333-2955 / 2953 / 2946 / 2949 / 2954 / 2950

Horário de atendimento: das 8h às das 12h e das 13h às das 16h30.

 

Conforme prevê a legislação vigente ficam isentos do pagamento:

  • aposentados, pensionistas e portadores de deficiência física;
  • proprietários ou locatários de apenas um imóvel residencial no Estado do Rio de Janeiro, medindo até 120 metros quadrados, e que recebam proventos ou pensão de até cinco (5) salários mínimos,
  • igrejas e templos de qualquer culto.

 

Contribuintes com CPF ou CNPJ cadastrados na base de dados da corporação podem pagar o boleto on-line ou em qualquer agência bancária. O código de barras dos documentos, neste caso, é iniciado pela numeração 237.

Contribuintes que não estão cadastrados e não podem ir ao banco Bradesco para efetuar o pagamento devem entrar em contato com os colaboradores do Funesbom para orientações. Lembrando que o código de barras dos titulares não cadastrados é iniciado pela numeração 856.

Os recursos são aplicados no reequipamento operacional, na capacitação e atualização de recursos humanos e na manutenção do Corpo de Bombeiros e dos órgãos da Secretaria de Estado da Defesa Civil.

Fonte: G1


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