Estado do Rio ainda não tem recursos suficientes para garantir 13º salário

Equipe Fazendária trabalha mês a mês para pagar salários em dia


10 de Agosto de 2020 | 16h52

Com o impacto que a pandemia da covid-19 causou nas finanças fluminenses, o governo estadual não tem, por ora, garantia do pagamento do 13º salário do funcionalismo. Nos bastidores do Palácio Guanabara, há preocupação com isso. Sabe-se que uma das prioridades do trabalho da equipe fazendária é justamente para assegurar o depósito em dia de todas as 13 folhas salariais este ano. E há uma força-tarefa para isso, mas, ainda assim, não se pode dizer que já há recursos suficientes da receita tributária para quitar a gratificação natalina no fim do ano.

Apesar de o Rioprevidência (autarquia responsável pelas aposentadorias e pensões do estado) ter feito uma previsão de fluxo de caixa suficiente para o 13º dos aposentados e pensionistas, o Tesouro estadual é o garantidor do fundo previdenciário. Além disso, a folha salarial dos inativos e servidores ativos será paga de uma vez (ou seja, em conjunto). E nas contas da equipe econômica do Estado do Rio não há, por enquanto, estimativa da arrecadação necessária para pagar o abono natalino de todos os vínculos do Executivo.

Agora, nesse segundo semestre, o governo estadual está quitando a folha salarial dos mais de 400 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas com dificuldade. Em abril, o governo deu a previsão de um cenário mais complicado a partir de agosto, quando são pagos os salários de julho.

Aliás, os vencimentos de julho serão quitados na próxima sexta-feira (14 de agosto), no prazo previsto em calendário oficial, que é o décimo dia útil do mês seguinte ao trabalhado. E a folha de agosto, paga em setembro, também está garantida, como confirmou o secretário de Fazenda, Guilherme Mercês.

 

Fonte: ODIA


SEJA O PRIMEIRO A COMENTAR


* Publicação sujeita a moderação;
** Evite a utilização de termos grosseiros e xingamentos através de palavras de baixo calão;
*** Comentários com conteúdo ofensivo e propagandas serão devidamente ignorados.