Dom Roberto Francisco autoriza retorno das celebrações com fiéis a partir de 1º de julho em Campos

Entretanto, Dom Roberto ressaltou na nota, a necessidade de seguir as regras do distanciamento e higienização


28 de Junho de 2020 | 10h12

O Bispo da Diocese de Campos, Dom Roberto Francisco Ferrerìa Paz, divulgou neste domingo (28) uma nota oficial que orienta o retorno da Celebração Eucarística com a presença dos fiéis, a partir do dia 1º de julho. A autorização do retorno das celebrações acontece, após as autoridades sanitárias divulgado, que pela primeira vez desde o início da pandemia, o número de casos de pessoas recuperadas em Campos foi maior que o número de casos ativos. Sendo no último dia 26/06, 602 recuperados e 544 ativos.

Entretanto, Dom Roberto ressaltou na nota, a necessidade de seguir as regras do distanciamento e higienização. “O decreto municipal orienta que deve ser respeitado o limite de 30% da capacidade das Igrejas, além do distanciamento de 2 metros entre as pessoas e a utilização das medidas sanitárias, como a disponibilização de álcool em gel, higienização adequada dos bancos”, afirmou o bispo na nota oficial.

Segundo Dom Roberto Francisco, foi elaborado orientações sobre o modo pelo qual participaremos em todas as celebrações. Estas normativas são fundamentadas nas “Orientações da CNBB para as Celebrações Comunitárias no contexto da pandemia da COVID – 19”.

Dentre as principais orientações, além do distanciamento é a obrigatoriedade da utilização de máscara pelos fiéis, sendo retiradas para comunhão, que deverá ser em silêncio. Dentre as orientações estão:
– As paróquias devem aumentar o número de celebrações, respeitando o limite de 30%
– Esterilizar as mãos de cada fiel
– Os bancos devem ser identificados para favorecer o distanciamento
– Aos idosos e demais pessoas do grupo de risco continuem a acompanhar as transmissões pelas redes sociais
– Só poderá participar da missa ou celebração o fiel que estiver com máscara e com ela deverá permanecer durante toda a missa, exceto na hora da Comunhão, quando tira e coloca-a.
– As famílias, casais ou os que vivem na mesma casa poderão ficar no mesmo banco
– Quanto ao uso do banheiro, se possível que não o faça, só em caso de necessidade
– Intenções para as Missas devem ser agendadas antes da celebração, por meio das secretarias paroquiais
– Não deve haver compartilhamento de microfone, de modo que se necessário exista um único leitor para leituras e salmo
– O comentarista apresenta as preces da comunidade
– No presbitério exista a presença estritamente necessária do mínimo possível de Ministros Extraordinários da Distribuição da Comunhão e demais colaboradores
– Durante a Apresentação das Oferendas, o recolhimento das ofertas ou do dízimo não será feito, mas será realizado à saída da Igreja pela equipe responsável, seguindo indispensáveis critérios de segurança. (Texto das Orientações da CNBB)
– A comunhão deverá ser feita em silêncio. O diálogo individual da Comunhão («Corpo de Cristo». – «Amém.») será realizado uma única vez por quem preside e de forma coletiva depois da resposta «Senhor, eu não sou digno…».
– Na procissão para a Comunhão, os fiéis devem respeitar o distanciamento aconselhado. Se for o caso, as distâncias recomendadas deverão ser sinalizadas no pavimento da igreja. Sendo inevitável uma maior proximidade, os ministros que distribuem a comunhão usarão máscara e desinfetarão suas mãos antes e depois da distribuição.
– A Comunhão será distribuída exclusivamente nas mãos
– As paróquias devem providenciar meios para aplicação das medidas, com o auxílio de integrantes de pastorais.

 

Fonte: Diocese de Campos


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