IFF produz pias móveis para uso coletivo

O projeto de extensão "Mãos Limpas", criado e cedido ao IFF pelo Instituto Federal de Mato Grosso, busca facilitar a higienização das mãos em locais com passagem e circulação de pessoas


22 de Maio de 2020 | 11h02

Contribuir com a prevenção à Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus e, por consequência, melhorar a qualidade de vida das pessoas. Esse é o foco da ação “Mãos Limpas”, que disponibiliza lavatórios móveis em ambientes de passagem e circulação de pessoas, facilitando, assim, a lavagem das mãos, atitude amplamente recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O projeto de extensão, criado pelo Instituto Federal do Mato Grosso (IFMT) e cedido ao Instituto Federal Fluminense (IFF) para execução, soma-se às inúmeras iniciativas de mobilização por parte das instituições públicas de ensino brasileiras em busca de soluções que auxiliem no enfrentamento da pandemia que tratam de outras atividades realizadas pelo IFF para prevenção e combate ao novo coronavírus).

O diretor de Internacionalização e Inovação do IFFluminense, professor Henrique da Hora, explica como o Instituto teve acesso à iniciativa. “O reitor Jefferson Manhães soube do trabalho realizado no Centro-Oeste do Brasil e me acionou para se informar quanto à possibilidade de execução. Então entramos em contato com o IFMT, que nos cedeu o projeto. Com doações, compramos o material, e o servidor Revair Mendes construiu um lavatório móvel com auxílio do pessoal de serviços gerais do Campus Campos Centro, com cerca de quatro horas de trabalho”.

Essa primeira pia móvel foi instalada no supermercado Superbom, localizado no Parque Tarcísio Miranda (Jockey), em Campos dos Goytacazes, “para uso gratuito por todos que por ali passam, e está fazendo sucesso, sendo bastante útil”, comemora Henrique.

A escolha da localização foi motivada pela grande quantidade de pessoas que circulam por dia pelo supermercado, o que facilita bastante o acesso ao lavatório para higienização das mãos.

O projeto chamou a atenção do reitor do IFF por vários aspectos, entre eles a economia e a ampliação do cuidado com a saúde para maior número de pessoas. “Com a pandemia, tornou-se mais difícil para parcela considerável da população comprar álcool em gel, devido ao aumento de preço do produto. Além disso, álcool é uma química que pode agredir a pele, especialmente as mais sensíveis. Por outro lado, lavar as mãos é algo que fazemos desde criança, não tem contraindicação e é uma atitude tão eficiente quanto ou até mais do que o uso do álcool. Desse modo, mais uma vez nosso Instituto está com sua capacidade criativa e de produção, a ciência e tecnologia em favor de toda a sociedade”, analisa Jefferson Manhães.

 

Fonte: Ascom


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