Novo Desenvolvimento Econômico

Novo Desenvolvimento Econômico

22 de Julho de 2019 | 11h48 - Atualizado em 22/07/2019 12h15

A mudança radical da forma de se fazer política no Brasil


Tudo mudou em minha vida no ano de 2007. Fui convidado pela REX (braço imobiliário do Grupo EBX) do Eike Batista para projetar um novo Hospital Samaritano no Rio de Janeiro. Se chamaria "SAMARITANO MASTER", mas acabaram não se acertando. Porém esse fato me aproximou do Mega Empresário que na ocasião era o homem mais rico do Brasil e o oitavo do mundo.

Tudo isso serviu para me trazer de volta as minhas origens e acabei recebendo o convite da prefeita Carla Machado para assumir a Secretaria de Planejamento de SJB. Assim fui tirar minha carteira de trabalho com 50 anos de idade, para poder assumir o meu primeiro emprego. Sim; primeiro emprego, pois desde que me formei no início da década de 80 eu sempre fui autônomo e dono do meu próprio escritório.

Vou fazer 62 anos esse ano e passei nessas últimas 4 décadas por diversas crises econômicas no meu país. O Brasil cresceu muito na época do Regime Militar com a construção da Hidrelétrica de ITAIPÚ e a ponte RIO / NITERÓI, mas trouxe com esse crescimento outros problemas de origem política. Afinal estivemos muito perto de nos tornar um país comunista. Graças a Deus isso não se concretizou. A Constituição de 88 nos deu um retorno para uma pseuda normalidade democrática que perdura até os dias de hoje mesmo aos trancos e barrancos.

Fernando Henrique Cardoso nos deu o Plano Real no governo de Itamar Franco e depois que assumiu a presidência tornou a nova moeda respeitada e valorizada em todo o mundo.

Com a sua saída chegou a vez do LULA e o mundo passou a conhecer um metalúrgico inteligente, persuasivo e marqueteiro que com o seu carisma soube se vender muito bem para todo o Brasil e boa parte da elite política mundial.

No primeiro mandato nadou de braçadas na estabilização da economia deixada por FHC; fez coisas boas também e com o seu carisma alcançou o seu apogeu político.

No seu segundo mandato algumas coisas começaram a sair do controle, porém o seu passado recente conseguia encobrir as coisas erradas que começaram a ser feitas por ele e seus aliados; afinal sua credibilidade ainda se encontrava alta para grande parte da população brasileira. Ele não tinha uma oposição organizada e aí ficou fácil eleger a sua sucessora Dilma.

Dilma com suas frases desconexas e muitas vezes sem o mínimo sentido, foi estocando o vento em sua caminhada política e usando o prestígio do ex-presidente LULA para se manter no topo da política nacional.

Até que o impeachment da Dilma ocorreu e colocou o seu Vice–Presidente no poder.

O Temer serviu de transição para a saída do PT do poder que tinha deixado um rastro de 12 milhões de desempregados e já havia cansado uma grande parcela da nossa população. A economia só com essa notícia começou a dar um pequeno sinal positivo de recuperação.

Nas últimas eleições, a mudança radical da forma de se fazer política no Brasil foi benéfica em diversos pontos. Eu não tenho a menor dúvida que  a chegada do Bolsonaro foi e será muito melhor para o nosso desenvolvimento econômico.

Independente do novo presidente, nós já estávamos passando da hora de mostrar ao mundo que não aceitamos passivamente a corrupção que foi instalada no Brasil nos últimos 16 anos.

Não somos tão inocente a ponto de se achar que foi o PT que inventou a corrupção, afinal ela existe desde a chegada do portugueses ao Brasil em 1500; mas nunca foi tão generalizada e tão profissional quanto essa que foi implantada por aqui.

Me atrevo a dizer que nunca na história desse país se roubou tanto.

Chegando ao momento atual eu vislumbro dias melhores para esse Novo Brasil que surge devagar e causando medo aos antigos políticos do Congresso e do Senado no tocante a penalização pela Operação Lava Jato.

O valor do dólar cai a cada dia e a Bolsa de Valores sobe os seus índices em contra ponto e isso é ótimo para se atrair novas empresas e indústrias para o País.

A Reforma da Previdência  é necessária não só para o Brasil como para todos os países do mundo, afinal a cada dia temos um retardamento dos jovens  no mercado formal de trabalho (demorando a contribuir com a previdência) e em contra partida vivemos mais (gastando mais os recursos da previdência) ou seja: A CONTA NÃO FECHA.

Temos que agilizar agora a Reforma Tributária. No Brasil pagamos impostos altos e muitas vezes duplicados ou triplicados em diversos produtos desde a sua fabricação até o consumidor final. Temos que implantar a simplificação dos impostos com diminuição dos valores ou até mesmo se implantar o imposto único. Temos como exemplo Portugal com 23% e aqui ao nosso lado o Chile com 19% em média de imposto único. No Brasil  pagamos algo em torno 40% no celular, 62% na gasolina, 36% no automóvel e 48% na energia elétrica. Isso afasta o investidor estrangeiro do nosso mercado e prejudica a todos nós no nosso dia a dia.

Temos  que acabar também com a nossa arcaica Justiça do Trabalho. O Brasil representa 3% do mercado de trabalho à nível mundial mas tem 90% das causas trabalhistas do mundo, o que é inadmissível e afasta o investidor que opta em aplicar no mercado de capitais e não investe na geração de empregos.

Sintetizando eu acho que estamos começando a mudar com uma nova política econômica que está sendo implantada no Novo Brasil. Para a nossa Região ela já começou há alguns anos com a implantação do COMPLEXO PORTUÁRIO DO AÇU.

No nosso próximo encontro vou começar a detalhar o Porto desde o seu início até os dias atuais. Vou relatar planejamentos frustrados (por diversos motivos) e as suas perspectivas futuras para a nossa região, porém São João da Barra  sempre será o meu foco principal.

 

Forte Abraço e até a próxima semana, VICTOR AQUINO


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