Novo Desenvolvimento Econômico

Novo Desenvolvimento Econômico

27 de Janeiro de 2020 | 17h03 - Atualizado em 27/01/2020 17h14

O NOVO BRASIL IRÁ CRESCER EM 2020, SEGUNDO O FMI


O setor de mineração aliado a Reforma da Previdência (mesmo que atrofiada pelo Congresso e Senado) vão contribuir para melhora dos números brasileiros. A economia Global deve crescer 3,3% em 2020 e 3,4% em 2021. O FMI melhorou a previsão de crescimento para o Brasil em 2020.

O relatório foi apresentado pela economista-chefe da organização, Gita Gopinath, no Fórum Econômico Mundial em Davos.

Segundo ela, o PIB brasileiro deve crescer 2,2% neste ano; alta de 0,2 ponto percentual em relação à previsão divulgada em outubro e 2,3% em 2021, redução de 0,1 ponto em comparação com o relatório anterior.

O FMI também elevou a estimativa de crescimento da economia brasileira em 2019, de 0,9% para 1,2%, que na realidade é superior à previsão do governo federal, que prevê alta de 1,12%. O resultado final do PIB do ano passado deve ser divulgado em março pelo IBGE.

Para justificar a melhora das projeções para o Brasil, o FMI cita a aprovação da reforma da Previdência e a melhora das expectativas na área de mineração, após um período de incerteza marcado pela ruptura da barragem da Vale em Brumadinho ( MG ).

O documento também destaca que a economia da América Latina está se recuperando e crescerá 1,6% em 2020 e 2,3% em 2021, com ajuda do Brasil e apesar da piora das previsões de expansão para o México e da agitação civil do Chile.

Como justificativa para as previsões em relação à economia global, o documento cita a aplicação de políticas monetárias menos rígidas, as boas notícias sobre o conflito comercial entre a China e os Estados Unidos, assim como a diminuição das chances de ocorrer um Brexit duro.

Esses sinais ainda segundo o  relatório, podem contribuir para um aumento dos gastos de famílias e empresas, embora por outro lado, persistam tensões geopolíticas, particularmente entre os EUA e o IRÃ.

Na visão do FMI, o recente confronto entre os dois países pode piorar ainda mais as relações entre Washington e os seus parceiros comerciais, e alargar o que chamou de atrito econômico entre outros países, levando a uma rápida deterioração de sentimento econômico.

Para os  EUA, o fundo prevê um crescimento de 2% em 2020, em comparação com uma estimativa de 2,3% em 2019 e de 1,7% em 2021, devido à perspectiva de o presidente americano  Donald Trump, dar sequência a uma política fiscal demasiado neutra.

Os números da China, apesar da desaceleração observada pelo FMI, estão longe dos de outros países: crescerá 6% neste ano e 5,8% no ano que vem. Mesmo assim, continuará a sua tendência descendente que já levou a uma expansão de 6,1% em 2019, a taxa mais baixa desde 1990.

No entanto o FMI também prevê um maior grau de cooperação multilateral e entende que os Estados devem se proteger contra riscos, melhorando seu setor financeiro e sua política fiscal, sem esquecer a luta contra as emissões de gases de efeito estufa.

Os riscos para a economia global permanecem sob controle e o FMI percebeu que a estabilidade do mercado persiste, fator que contribuiu para o declínio entre China e os EUA.

Na verdade 2020 começa com boas projeções para o Brasil na área econômica.

 

Forte Abraço e até a próxima semana, VICTOR AQUINO.

 

 

 

 


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Quem Sou

Victor Aquino

Arquiteto/ Urbanista há 39 anos Sócio do escritório de Arquitetura e Planejamento STUDIO+2 e da ARQHOSPITALAR Superintendente Portuário e Industrial de São João da Barra - RJ victor@arqhospitalar.com.br


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