Novo Desenvolvimento Econômico

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04 de Novembro de 2019 | 10h24 - Atualizado em 04/11/2019 10h30

BOLSONARO, O JAPÃO, A CHINA E O ORIENTE MÉDIO


O presidente apresentou a grandes investidores dos Emirados Árabes Unidos, Catar e da Arábia Saudita agora no final de outubro, projetos que devem interessar aos árabes.

Bolsonaro levou uma carteira de projetos e obras de infraestrutura. Mais de 120 empresários já se inscreveram para participar da comitiva do presidente. O Brasil apresentou durante seminários empresariais que foram realizados nos países acima citados, o programa de parcerias e concessões com o setor privado, que pode exigir investimentos de até R$ 1.2 Trilhão.

De acordo com o embaixador Kenneth Nóbrega, o BRASIL precisa participar como agente receptor do programa de investimentos dos fundos soberanos dos Estados Árabes Unidos, que tem o montante de investimentos equivalente a US$ 1 Trilhão. Ele ainda cita que o Catar também tem um fundo soberano no valor de US$ 540 Bilhões, com participação destinada ao Brasil de apenas US$ 5 Bilhões. E por último o Brasil participa com uma fração muito pequena do fundo soberano da Arábia Saudita que corresponde a US$ 850 Bilhões. Baseado nisso o nosso país precisa ser mais agressivo para aumentar a sua participação nesses recursos do mundo Árabe. A informação extraoficial é que conseguimos trazer de imediatos contratos da ordem de US$15 Bilhões de dólares dessa viagem.

Após o governo adotar à medida que isentou os japoneses da exigência do visto de turista e de negócios, o embaixador do Japão no Brasil, Akira Yamada, voltou a dizer que aumentou o número de executivos japoneses interessados em desembarcar no país para conhecer melhor os brasileiros e seus projetos e assim realizar grandes investimentos. Ele diz que o mundo espera que Bolsonaro mude a realidade do Brasil e adote liberação da economia e política de livre comércio. Ainda segundo o Akira, após a chegada de Bolsonaro a presidência o Japão passou a olhar para o Brasil com muita ¨expectativa e entusiasmo¨. Existe a chance de se fazer o mesmo com os chineses e posteriormente com os indianos.

O Brasil caiu para a posição 124ª no ranking Doing Business que avalia a facilidade para se fazer negócios em 190 países. O país ocupava a 109ª posição nessa lista elaborada pelo Banco Mundial. A meta do governo é nos colocar entre os 50 primeiros até o fim de 2022.

PRIVATIZAÇÕES

O Mago da nossa economia Paulo Guedes, afirma que as privatizações desse ano são só um ¨aquecimento¨. A coisa é tão séria que o governo assumiu achando ter 134 estatais federais e descobriu ter 205. Tem até posto de gasolina no Paraguai. Absurdo total. Na minha opinião  o  governo tem que restringir a coisas essenciais como , Educação, Saúde, Segurança, Política Habitacional, Banco Central, etc. A própria Petrobras participou desse ¨aquecimento¨, quebrando seus próprios monopólios. As privatizações realizadas neste ano bateram a meta estabelecida pelo governo previamente, mas muito ainda será feito no próximo ano.

Junto com as privatizações, o governo está acelerando reformas e a abertura da economia. Isso começa a trazer um resultado positivo com a queda da inflação e a economia acelerando. Ainda não é o que queremos para o Brasil, mas como pegamos um país esfacelado e corrompido pela corrupção, já é um bom caminho a ser seguido.

O presidente vem afirmando sobre a independência de atuação do Banco Central na sua gestão e reafirmou que o projeto de lei do governo para dar autonomia ao BC não fará muita diferença, porque a Instituição já opera com autonomia.

Como sempre a grande mídia vem prestando um desserviço ao nosso país atacando de todas as formas a atual gestão federal e a última INVERDADE foi divulgarem que os EEUU havia retirado o seu apoio ao Brasil no tocante a sua entrada na OCDE.  O presidente Trump afirmou há algumas semanas o contrário e apoia totalmente o acesso brasileiro a entidade.

Na verdade vivemos uma ¨GUERRA¨ como nunca visto no Brasil. A esquerda brasileira havia aparelhado o nosso país e não aceita a derrota das últimas eleições. Junto a ela faz eco os nossos deputados federais e senadores (muitos deles pegos na operação Lava Jato) que também fazem de tudo para boicotar o governo, tentando engessar o presidente e ao governo no seu todo. Temos ataques ao Moro (que virou o nosso Herói Nacional) e ao próprio Guedes. Eles não querem o bem do país e só pensam em seus bolsos ou se safarem da cadeia.  Isso sem falar do STF que passa por uma grave crise moral junto a nossa população que não acredita em pelo menos 60% de seus membros. Tudo isso faz com que a nossa retomada seja mais lenta, porém eles não vão vencer pelo simples fato que o bem sempre vence e nunca o slogan do nosso governo foi tão apropriado: BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS.

 

Forte Abraço e até a próxima semana, VICTOR AQUINO.

 

 

 


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