Novo Desenvolvimento Econômico

Novo Desenvolvimento Econômico

30 de Setembro de 2019 | 09h26

O BRASIL NA OSCILAÇÃO DA BALANÇA COMERCIAL


A nossa balança comercial teve um SUPERÁVIT de US$ 2.293 Bilhões em Julho último. Isso foi causado pela queda nas exportações de COMMODITIES, principalmente petróleo e soja. Esse resultado é o mais fraco para o mês em nove anos.

Em julho o país exportou US$ 2.293 Bilhões a mais do que importou, valor 40,8% inferior a julho de 2018.

Desde 2010 o saldo não registrava níveis tão baixos para meses de julho. Na verdade, tanto as exportações como as importações caíram no mês retrasado.

Com o resultado de julho, a nossa balança comercial acumula superávit de US$ 28.369 Bilhões nos primeiros sete meses do ano. O valor é 16,3% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado.  As exportações somam US$ 129.896 Bilhões, retração de 4,7% na comparação com o mesmo período de 2018 pela média diária. As importações tiveram um recuo de 0,9% pelo mesmo critério.

Segundo o subsecretário de Inteligência e Estatística de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Herlon Brandão, a maior parte da queda do saldo de julho é explicada pela soja, cujo valor exportado caiu 34.6% em julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado e pelo petróleo, cujas vendas recuaram 61.2% na mesma comparação. Sozinhos, esses dois produtos responderam por 57% da queda do superávit comercial.

Outro fator que contribuiu para a queda das vendas externas foi que em julho do ano passado nós exportamos uma plataforma de petróleo no valor de US$1.2 Bilhão e esse ano isso não se repetiu. Em compensação as importações de plataformas de petróleo também caíram. No mês retrasado, o país importou duas plataformas no valor de US$3.3 Bilhões contra cinco plataformas que entraram no Brasil em julho do ano passado.

Todas categorias de produtos registraram queda nas exportações em julho. As vendas de manufaturados recuaram 12.3% em relação as do mesmo período de 2018. Um forte agravante para essa queda é a crise na Argentina que é o nosso principal importador de bens industrializados.

As exportações de semimanufaturados caíram 4.6% com relação ao meado do ano passado. A maior retração foi registrada nos produtos básicos, com uma queda de 16.7%. Além do petróleo e da soja, puxaram o recuo o minério de cobre (-32.7%), a carne de frango (-12.5%) e a carne bovina (-10.4%).

 

NOSSA META ANUAL

Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2018 em US$ 58.959 Bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima um superávit menor em 2019, motivado principalmente pela recuperação da economia, que reativa o consumo e as importações.

Segundo o boletim FOCUS, pesquisa semanal com Instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 52 Bilhões para este ano. O Ministério da Economia projeta SUPERÁVIT de US$ 56.7 Bilhões para o saldo da nossa balança comercial.

O mais importante é que a nova equipe econômica está nos colocando no trilho certo novamente. Os tempos sombrios estão se dissipando e uma luz no fim do túnel começa a ficar mais forte a cada dia. Estamos trilhando novos caminhos e quem semeia esperanças, colhe sucesso e esse sucesso é o que todos nós brasileiros sonhamos voltar a ter depois de duas décadas de ostracismo no nosso País.

 

Forte Abraço e até a próxima semana, VICTOR AQUINO.


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