14 de Novembro de 2017 | 16h03

"Não existe demissão de funcionários, isso é boato", diz proprietária da Turisguá 

Nesta terça-feira (14), rodoviários da empresa não aceitaram a proposta apresentada e mantiveram a paralisação


Os passageiros que moram na baixada campista seguem encontrando dificuldades no tranporte coletivo. Um dos motivos é a paralisação das atividades na principal empresa que atende a região: a Turisguá.

Nesta terça-feira (14), após uma proposta de apresentada pela empresa aos 120 funcionários, os rodoviários não chegaram a um acordo com a Turisguá e decidiram manter o protesto. Logo após a decisão, surgiram boatos sobre a demissão de funcionários que não aceitaram o acordo.

"Não existe demissão de funcionários, isso é um boato. Nossa empresa propôs pagar os funcionários por semana e, o atrasado, assim que o município fizer o repasse ao consórcio, mas esse acordo não foi aceito. Nós temos uma folha salarial de R$ 135 mil.  Sem os ônibus circulando, as coisas só pioram", disse Rosemary Araújo, presidente da Turisguá. 

De acordo com a empresa, os funcionários da Turisguá estão com dois salários e meio atrasados. São 120 rodoviários que, em 48 ônibus,  fazem as principais linhas da baixada campista, como Farol de São Thomé, Goytacazes e Mineiros. Sem a circulação dos coletivos, outras linhas do Consórcio União foram deslocadas para suprir parte da demanda de passageiros, que ficaram prejudicados desde o início da paralisação na Turisguá, na quinta-feira passada (10/11).

Fonte: NF Notícias
 

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