11 de Outubro de 2017 | 17h04

Em reconstituição, Luana Sales diz que "queria dar um susto a uma pessoa próxima"; Vídeos

Frase teria sido dita por Luana ao delegado, para Justificar um encontro que ela teve com autores do crime


A reconstituição da morte da universitária Ana Paula Ramos, de 26 anos, terminou na tarde desta quarta-feira (11), depois de um longo trabalho da polícia civil e de um perito, que acompanharam o passo-a-passo do relato dos suspeitos.

O primeiro local da reprodução simulada foi a Lagoa do Vigário, onde a vítima Ana Paula Ramos e a cunhada Luana Sales teriam tomado um sorvete, no dia do crime. No local, Luana Sales contou à polícia sua versão sobre a ida até a lanchonete. De acordo com as investigações, esse foi o local marcado para que os executores identificassem a vítima.

O segundo ponto da reconstituição foi a praça que fica no bairro Barão do Rio Branco, onde Ana Paula foi executada. No local, supostos executores e a vítima deram suas versões sobre o que teria acontecido naquele dia. Enquanto os dois rapazes confessaram envolvimento na morte da jovem, Luana Sales negou e disse ter sido tão vítima, quanto Ana Paula.

Depois do local do crime, Luana e os dois supostos executores, foram até o bairro Custodópolis, em Guarus, onde um antes do crime, a cunhada da vítima e os rapazes, teriam se encontrado e, onde segundo a polícia, Luana teria entregue parte do dinheiro para o assassinato, R$ 2 mil.

Ao fim da reprodução simulada, o delegado Luís Maurício Armond, responsável pela investigação, conversou com a imprensa e deu detalhes sobre o que a suspeita de ser a mandante do crime, teria dito sobre um encontro com os executores.

"Ela (Luana Sales) alegou que queria apenas uma investigação sobre uma pessoa, um susto. Ela não é muito clara sobre o que desejava aqui. Ela alega que a intenção que ela tinha, mudou após essa conversa com os executores", disse Armond.

Perguntado se a reconstituição foi esclarecedora, o delegado foi enfático.

"Extremamente positiva. Esclarecedor demais. Nos trouxe uma disposição da Luana em apresentar vários fatos que ela antes não tinha falado. As investigações estão extremamente eficazes e a motivação é questão de pouco tempo", afirmou o chefe da 146DP.

Além da Polícia Civil, da PM e da Guarda Civil Municipal, também participaram da reconstituição a suspeita de ser a mandante, Luana Sales e os dois rapazes que seriam os executores, Igor Magalhães de Souza e Wermison Siguimaringa Ribeiro.

Muitas pessoas acompanharam a reprodução e gritaram palavras de ordem contra os investigados, em especial à Luana Sales. Um cordão de isolamento foi criado para facilitar o trabalho das autoridades.

O crime: 

Segundo a Polícia Civil, a universitária Ana Paula Ramos, de 26 anos, foi vítima de uma emboscada, no dia 19/08. A estudante acabou morrendo no HFM, 4 dias depois de ser baleada, em uma praça de Guarus.

Fonte: NF Notícias

VÍDEO - DELEGADO FALA SOBRE RECONSTITUIÇÃO:

VÍDEO - NO LOCAL DO CRIME, LUANA SALES DÁ SUA VERSÃO:
 

 

2 COMENTÁRIOS


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Geane Cordeiro

12/10/2017 | 15h18

Ludriellynunes

11/10/2017 | 18h04
Muito triste issooooo... ?


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