19 de Maio de 2017 | 11h41

Campanha: Pais pedem ajuda para manter filho seguro no tratamento contra câncer

Família campista precisa morar perto do INCA, por recomendações médicas, mas não tem condições


Dias de internação, exames e o diagnóstico de câncer. Um câncer agressivo que pode se desenvolver expressivamente em poucos dias e reduzir as chances de vida de uma criança de onze anos. Essa criança chama-se Matheus Torquato do Amaral.

No início do mês passado, Matheus acordou com uma dor forte no peito que os pais pensavam ser muscular. Dois dias depois, ele chegou perto do pais chorando com fortes dores no mesmo lugar. Foi então que eles decidiram levar o menino na emergência de um hospital particular de Campos.

“A médica atendeu e não estava ouvindo o pulmão dele de um lado. Depois viu que tinha um líquido no pulmão. Ele internou dia 12 de abril. Continuou fazendo exame e indo ao banheiro fazendo cocô cinco vezes. A médica pensou que podia ser problema do coração, tuberculose, hepatite, gripe mal curada e pneumonia, mas isso ele não tinha porque não gripava há seis meses. Continuou exame e comentamos com ela que ele estava indo ao banheiro. A médica tocou na barriga e sentiu uma massa. Na tomografia ela viu que tinha uma massa de 11 centímetros de comprimento, 10 de altura e nove de largura. Foi então que ela disse que era um tumor e que deveríamos fazer exames mais aprofundados e procurar o Inca”, contou o pai do menino, Alex Amaral Monteiro.

Sete dias após a realização da biopsia no Instituto Nacional de Câncer, INCA, a família recebeu o diagnóstico do câncer Linfoma de Burkitt, onde as chances de cura são de 80%. O tumor está localizado entre o reto e a bexiga. Diante de tudo isso, a família teve que deixar tudo em Campos e ir para o Rio de Janeiro, onde estão morando na casa de amigos. Por orientação médica, após ser liberado para ir para a casa e fazer todos os dias fazer a quimioterapia no Inca eles têm que ficar perto da sede do instituto.

“A médica explicou que tudo depende da reação do corpo. Ele deve permanecer na quimioterapia por um ano. Por pelo menos seis meses temos que ficar no Rio e morar perto do Inca porque se a temperatura do corpo dele estiver em 37.8 temos que voltar correndo e 10 minutos que demore ele pode piorar e até morrer.”

Alex é eletricista e a mãe de Matehus professora. Eles estão morando em Santa Cruz na casa de amigos junto com a filha de quatro anos. Segundo o pai, a família não tem condições de pagar aluguel, comprar alimentos e o que mais o menino precisar. Para tentar ajudar, parentes e amigos estão fazendo rifas e doações.

A tia do menino, Tatiana Amaral Monteiro é um dos familiares que auxiliam as formas de doação. “Amigos fizeram um bingo que será realizado no dia 25 de junho, na Rua Vinte de Maio, no Parque Aurora, em Campos. Já temos tudo. Tudo foi doado por amigos. Tem ventilador, ferro elétrico, edredom. Também criamos uma página de doação online no ‘vaquinca’”, contou a professora.

Os telefones para ajudar o Matheus são (22) 997323072 e (22) 998315837. Para doar através da internet é só acessar o site https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-no-tratamento-do-matheus e para achar a campanha basta digitar na barra de procura “ajude no tratamento do Matheus”.

3 COMENTÁRIOS


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Valesca

19/05/2017 | 20h33
Tenho fé em Deus que ele sera curado!!

Jocimar Miguel

19/05/2017 | 16h36
Deus estar contigo ele é o médico dos médicos

Rosa Maria

19/05/2017 | 13h57
Estamos juntos nessa campanha Deus no controle de tudo.


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