Pedido de impeachment de Witzel está na mesa diretora da Alerj

Sete deputados deram entrada no documento, acusando o chefe do Palácio Guanabara de crime de responsabilidade no caso das suspeitas de arapongagem


19 de Fevereiro de 2020 | 09h50

Protocolado por deputados bolsonaristas nesta terça-feira (18) e anunciado em plenário, o pedido de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC) não tem data para ser levado à frente — ou encaminhado a uma gaveta na Assembleia Legislativa do Rio.

O regimento da Casa não dá um prazo à mesa diretora para decidir o que fazer.

Sete deputados do PSL — o líder, Doutor Serginho, junto com Alana Passos, Anderson Moraes, Coronel Salema, Filippe Poubel, Márcio Gualberto e Renato Zaca — deram entrada no documento, acusando o chefe do Palácio Guanabara de crime de responsabilidade no caso das suspeitas de arapongagem.

Os bolsonaristas citam como primeira testemunha do caso... o presidente Jair Bolsonaro, inimigo jurado de Witzel.

O último pedido de impeachment apresentado à Assembleia foi do então governador Luiz Fernando Pezão. A mesa diretora aprovou o documento e a comissão foi formada — longo antes de o mandato terminar.

Após a publicação da nota, o governo do RJ enviou o seguinte posicionamento:

"O pedido de impeachment apresentado na Assembleia Legislativa é tão somente uma manobra política, baseada em boatos infundados e que não condizem com os fatos;

O ato dos sete deputados estaduais de oposição é pura irresponsabilidade política, num momento em que o Estado do Rio de Janeiro e o País precisam de diálogo democrático, sobriedade e da união entre os poderes para seguir avançando na redução da criminalidade e nos projetos de segurança pública, saúde, emprego e educação."

 

Fonte: Extra


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