STJ nega pedido de prisão domiciliar a Kellinho e Thiago Virgílio

Já Linda Mara ainda está foragida


10 de Dezembro de 2019 | 14h39

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Foi negado aos vereadores afastados Kellinho (Pros) e Thiago Virgílio (PTC) o pedido para cumprir pena em prisão domiciliar sem monitoramento. A decisão foi do ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Ambos, além de Linda Mara (PTC), foram condenados a cinco anos e quatro meses de prisão em regime semiaberto na operação “Chequinho”.

Kellinho e Thiago Virgílio estão presos no presídio Carlos Tinoco da Fonseca. Já Linda Mara segue foragida.

“No caso, não há que se falar em flagrante ilegalidade a ponta de superar a supracitada súmula, uma vez que não há nada nos autos que comprove o cumprimento da prisão em regime diverso do determinado em sentença transitada em julgada, ou seja, no semiaberto. A própria defesa revelou que os pacientes Kellenson e Thiago encontram-se cumprindo pena em sistema híbrido de semiliberdade”, diz o processo.


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