Suspeito de matar pastor, filho de Flordelis passa mal pela 3ª vez durante depoimento

O atendimento durou cerca de 30 minutos, e os profissionais deixaram o prédio sem precisar levá-lo. Na noite desta quarta, Flávio foi chamado para esclarecer dúvidas à investigação


20 de Junho de 2019 | 08h24

Apontado pela Polícia Civil como suspeito de ter executado o padrasto, o pastor Anderson do Carmo, no último domingo, na garagem de sua própria casa, em Niterói, Flávio dos Santos Rodrigues, filho da deputada federal Flordelis, precisou de atendimento médico na noite desta quarta-feira, quando prestava depoimento à polícia na Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG). Ele está preso desde segunda-feira, quando foi levado por policiais após o enterro de Anderson, teoricamente por ter ameaçado a ex-mulher em janeiro.

À exemplo do que já havia acontecido duas vezes antes, uma ambulância do Samu precisou ir ao local para atendê-lo. Flávio passou mal ao ter um aumento de pressão. O atendimento durou cerca de 30 minutos, e os profissionais deixaram o prédio sem precisar levá-lo. Na noite desta quarta, Flávio foi chamado para esclarecer dúvidas à investigação.

Celular da vítima segue desaparecido

A Especializada reforçou nesta quarta que o celular de Anderson, requerido pela delegacia, ainda não foi entregue, e que Flordelis afirma não saber onde está o aparelho. Mais cedo, ela chegou a balançar a cabeça positivamente ao ser perguntada pela imprensa se havia o entregado aos investigadores.

Arma foi encontrada no quarto de Flávio

Na noite de terça-feira, durante buscas na residência, a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) encontrou uma pistola no quarto do filho, suspeito de ser mandante do crime, Flávio dos Santos Rodrigues. A arma segue na DH de Niterói e São Gonçalo, onde é apreciada, e ainda não foi enviada ao Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), onde será confirmado de vez se a pistola Bersa 9mm foi realmente utilizada na empreitada criminosa. Horas antes de ter sido encontrada, a mãe de Flávio, a deputada federal Flordelis, havia negado a possibilidade de ter alguma arma na residência da família.

Latrocínio é descartado

A principal linha de investigação da polícia é de crime passional: o que é evidenciado pela quantidade de disparos na região genital do corpo do pastor. Uma das possibilidades, é de que os filhos tenham descoberto algum relacionamento extraconjugal de Anderson e decidiram vingar-se pela mãe. O crime de latrocínio já é algo praticamente descartado pelos investigadores.

 

 

Fonte: Extra Online


1 COMENTÁRIO


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Marcos Castro

20/06/2019 | 12h11
Cada dia a humanidade torna-se mais desumana. Hoje, a família deixou de ser uma "instituição";agora passou a ser uma "devastação. Perdemos a nossa identidade!