Alerj vai repassar R$ 150 milhões ao estado para investimentos em segurança

O presidente André Ceciliano (PT), durante Audiência da Frente Parlamentar da Baixada Fluminense


14 de Junho de 2019 | 18h07

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado André Ceciliano (PT), anunciou, nesta sexta-feira (14/06), durante reunião da Frente Parlamentar em Defesa da Baixada Fluminense, que o Parlamento vai repassar R$ 150 milhões de seu orçamento anual para o Governo do Estado. No encontro, que aconteceu na Câmara Municipal de Nova Iguaçu, o governador Wilson Witzel elogiou a parceria da Alerj e afirmou que os recursos vão servir para colocar em prática melhorias nas área de segurança, saúde e educação.

Ceciliano destacou que essa é mais uma das ações de apoio do Legislativo ao Executivo. “Nós já tivemos um avanço na área da Segurança, com a contratação de policiais e a doação de carros, e teremos ainda mais na da Saúde", ressaltou. Segundo o parlamentar, a Alerj vai custear nos próximos dois anos a contratação de mais de três mil policiais militares e civis, a compra de 30 novos blindados compactos, além de financiar reformas em quatro unidades do Instituto Médico Legal (IML) da Polícia Civil.

"Com o trabalho feito pelos deputados, especialmente pelo presidente da Alerj, deputado André Ceciliano, economizando e repassando esses recursos de volta ao estado, poderemos investir em uma área tão carente como é a segurança pública", reforçou o governador.

Ceciliano destacou que o investimento que a Alerj fará é fruto de uma economia feita pela Casa. "Já fizemos nos últimos dois anos, mas esse ano seguramente vamos economizar ainda mais. Também serão feitas parcerias na áreas da saúde e educação. "Vamos ajudar também o Programa Estadual de Transplantes, que passou por problemas com falta de recursos. Pretendemos ajudar a zerar a fila de transplantes que existe hoje", adiantou. De acordo com o presidente, em 2017 a Alerj economizou R$ 315 milhões, em 2018 foram R$ 358 milhões. Neste ano a meta é economizar R$ 400 milhões.


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