Chefe do tráfico do Parque Presidente Vargas é preso em operação da Polícia Civil

Foi realizada na manhã dessa quinta-feira (14) a segunda fase da Operação Guadalajara


14 de Março de 2019 | 12h31

Foi finalizada na manhã desta quinta-feira (14) a segunda faze da Operação Guadalajara. Desta vez, a ação foi realizada no Parque Presidente Vargas. O Delegado titular da 146ª DP, Pedro Emílio, realizou coletiva na tarde de hoje explicou como feito todo o processo de apreensão e revelou que a Polícia Civil conseguiu prender um traficante que seria o principal chefe do tráfico no Parque Presidente Vargas.

“A Polícia Civil, na ação integrada com a Polícia Militar, deflagrou a segunda fase da Operação Guadalajara, que é um projeto da Polícia Civil de repressão ao tráfico de drogas, as organizações criminosas, como homicídios que decorrem dessas atividades. (Nessa ação) foi escolhido o Parque Presidente Vargas, valendo salientar que a força tarefa obteve êxito em encontrar e prender o traficante conhecido como ‘esquilo’, que seria o principal chefe do tráfico no Parque Presidente Vargas e vem capitaneando toda essa guerra que nós observamos até recentemente.”, explicou.

O 8º Batalhão da Polícia Militar (BPM), o tenente-coronel Rodrigo Ibiapina Chiaradia, ressaltou a importância da operação para diminuir a violência na região campista.

“Nós assumimos recentemente e pegamos o mês de janeiro bastante complicado, com quinze homicídios e se reunimos várias vezes para a gente traçar estratégias. A Polícia Civil com as investigações, a Polícia Militar realocando o policiamento extensivo. Desde o dia primeiro de janeiro, a Polícia Militar teve um aporte de recursos humanos, vindo de outras companhias, juntamente para a gente sufocar o tráfico e inibir essas práticas, especificamente os homicídios. Foram realizadas várias operações com a Polícia Civil e Militar e nós chegamos a um resultado bastante significativo.”, disse o comandante.

Pedro Emílio também fez um balanço dos números de prisões referente ao mesmo trimestre no ano passado, sendo comparado com os de 2019.

“No primeiro trimestre do ano passado, tivemos oito prisões, enquanto janeiro, fevereiro e março, já somamos 19 prisões dentro dessas operações. Esse número é o dobro do trimestre anterior, na metade do mês (março). Já para indiciamento apenas para crimes de homicídios, a gente já tivemos 44 pessoas indiciadas, ou seja, 44 autores de homicídios responsabilizados a final do inquérito policial, apenas nesses três primeiros messes do ano”, finalizou.

 

Fonte: Redação


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