Projeto de Wladimir classifica Norte e Noroeste como área de semiárido e cria Fundo de Investimento

Proposta tem como objetivo criar mecanismos institucionais de crédito e financeiros para destinar recursos para o desenvolvimento dos municípios


13 de Março de 2019 | 18h27

O deputado federal Wladimir Garotinho (PSD) protocolou nesta quarta-feira (13), na Secretaria Geral da Mesa da Câmara dos Deputados, o projeto de lei que classifica o Norte e o Noroeste Fluminense como áreas de semiárido e cria um Fundo de Desenvolvimento Econômico. A proposta, registrada com o número PL 1.440/2019, tem como objetivo criar mecanismos institucionais de crédito e financeiros para destinar recursos para o desenvolvimento dos municípios que integram a região.

De acordo com o texto do projeto, apesar de o Rio de Janeiro se encontrar localizado no litoral do território brasileiro, "os padrões climáticos do território (do Norte e Noroeste) são contrastantes e com índices pluviométricos baixíssimos, cujo regime vem sofrendo diminuição drástica, o que contribui negativamente para o desempenho das atividades agrícolas, especialmente, pois que dependem de recursos hídricos para a sua execução”.

O projeto prevê que a Região Norte será composta pelos seguintes municípios: Campos dos Goytacazes; Cardoso Moreira; São Fidélis; São Francisco de Itabapoana; São João da Barra; Carapebus; Conceição de Macabu; Macaé; e Quissamã. A Região Noroeste será formada por Itaperuna; Bom Jesus do Itabapoana; Italva; Laje do Muriaé; Natividade; Porciúncula; Varre-Sai; Santo Antônio de Pádua; Aperibé; Cambuci; Itaocara; Miracema; e São José de Ubá. 

O Fundo de Desenvolvimento Econômico do Norte e Noroeste Fluminense, também estabelecido pelo projeto, vai possibilitar a destinação de  recursos para as atividades produtivas das cidades que integram a unidade. “Essa medida vai ajudar principalmente os agricultores da região, que poderão ter acesso a créditos com juros mais baixos”, explicou o deputado Wladimir Garotinho. “Com isso, mais empregos serão gerados e mais dinheiro vai circular pelas cidades, contribuindo para o desenvolvimento da região e para o aquecimento da economia”, afirmou.

Fonte: Ascom


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