Câmara de Macaé volta a discutir segurança pública e políticas para a juventude

Foi solicitado reforço do policiamento no bairro Granja dos Cavaleiros


13 de Março de 2019 | 17h50

Foram três os requerimentos sobre o tema aprovados na sessão desta quarta-feira (13), na Câmara de Macaé. Propostos pelo vereador Marcel Silvano (PT), eles solicitam reforço do policiamento no bairro Granja dos Cavaleiros e nos arredores do Colégio de Aplicação (CAP), além da ativação do Conselho Municipal de Juventude.

Marcel destacou que o bairro tem grande trânsito de estudantes, inclusive à noite. “O problema da violência segue crescendo, assim como os casos de assaltos nessa região. Recentemente, o Colégio Maria Letícia foi invadido e saqueado. Os moradores estão desesperados e começaram a se organizar, mas precisam do poder público para promover a segurança local”.

O petista lembrou ainda que um dos requerimentos é fruto de uma proposta de uma vereadora juvenil, estudante do CAP. Para ele, a juventude é hoje o elo fraco da sociedade, pois está esquecida. “Os principais agentes e vítimas da violência são os jovens de 18 a 29 anos. O Conselho tem o papel de incluí-los nesse debate e tentar propor soluções para o problema. Por isso cobramos a sua implantação pelo Prefeito”.

Na mesma sessão, foi aprovado também um convite ao novo comandante do 32º Batalhão da Polícia Militar (BPM), o tenente-coronel André Henrique de Oliveira Silva, para falar em uma sessão sobre o plano de atuação na segurança da cidade. Sua vinda ao Legislativo ainda não tem data definida. A iniciativa de convidá-lo foi do vereador Robson Oliveira (PSDB), que chamou a atenção da sociedade para que todos façam a sua parte. “Não podemos ter segurança enquanto houver pessoas comprando drogas e financiando o crime organizado”.

Na mesma linha, Maxwell Vaz (SD) pediu que os cidadãos registrem os delitos nas delegacias e não comprem celulares ou outros itens roubados. Também solicitou ao Executivo que faça a sua parte, cuidando da iluminação pública e dos jovens em situação de vulnerabilidade social. “A escuridão é notória em diversos pontos da cidade, o que facilita a ação criminosa. As câmeras de monitoramento estão há mais de um ano sem funcionar e não há políticas públicas para a juventude”.


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