Prédio interditado pela Defesa Civil na Pelinca têm problemas estruturais desde 2014

Será realizado um estudo da estrutura total do prédio. Mas moradores ainda não tem previsão de retorno


07 de Dezembro de 2018 | 11h53

Previous Next

Em coletiva na manhã desta sexta-feira (07), sobre a interdição do edifício de 14 andares, na Rua Mariano de Brito, no Parque Tamandaré, em Campos, foi informado que as primeiras rachaduras apareceram em dezembro de 2014, sendo a construtora informada sobre o fato, mas a mesma eximiu de sua responsabilidade. “Nós queremos que esse lar seja o melhor lar pra nos. E que possamos ter tranquilidade em morar nele.” Acrescentou o síndico do edifício, Ricardo Ribeiro.

Foi necessário assim, que os moradores entrassem judicialmente contra a construtora para que um estudo estrutural fosse realizado e o problema solucionado. Mas nenhum suporte foi dado por parte da mesma. Moradores estão abrigados em casas de parentes, morando de aluguel ou em outras residências até que o problema seja resolvido, o que ainda não tem data. “O movimento das pessoas poderia alterar esse diagnóstico. Então por isso, essa prudência de não termos pressa dos moradores retornarem. Só vão voltar quando estiver total segurança.” afirmou o Major da Defesa Civil, Edson Pessanha.

O escoramento do prédio se iniciou no dia 22 de outubro deste ano, pouco mais de um mês antes de uma das vigas de sustentação expandir, o que ocorreu no dia 25 de novembro. “Um pilar que estava aparentemente dilatado. Mas a extensão da gravidade a gente não sabia.” Acrescentou, advogado Manoel rego Barros. Moradores estão impedidos de dormi no imóvel. É permitido, apenas, visitas ao local de forma organizada.

 

Relembre o caso

Moradores de um prédio de 14 andares, na Rua Mariano de Brito, no Parque Tamandaré, em Campos, tiveram que deixar o local por orientação da Defesa Civil depois que o edifício apresentou problemas estruturais no início da tarde deste domingo (25/11).

Segundo a Defesa Civil, moradores ouviram um barulho por volta das 11h, que poderiam indicar ruptura na estrutura do prédio. No local, é possível ver várias rachaduras ocasionadas por problemas estruturais em uma das colunas. Moradores disseram ainda que lutam na justiça para que a empreiteira conclua a obra inacabada. Os moradores foram autorizados a subir de dois em dois para buscarem seus pertences pessoais.

No início da tarde, técnicos da Defesa Civil estiveram na edificação e interditaram o térreo devido a rachaduras e queda de escoras. A Defesa Civil avalia a possibilidade de moradores vizinhos também deixarem a área.

 

Fonte: Redação


SEJA O PRIMEIRO A COMENTAR


* Publicação sujeita a moderação;
** Evite a utilização de termos grosseiros e xingamentos através de palavras de baixo calão;
*** Comentários com conteúdo ofensivo e propagandas serão devidamente ignorados.